O importante é competir? Apenas para quem invariavelmente perde.

 

RON GROO

 

   

 

BligGroo

Velocidade, literatura e mais.
1 ano!

20/07/2008 14:19

Groniadas na Alemanha - 20/07/08

É. Este definitivamente não é Hockenheim.
O velho circuito nunca perdoaria um carro com motor inferior ou mais fraco. As retas da floresta engoliriam o Renault de Nelson Ângelo com o sol derrete sorvete. E a Ferrari de Massa chegaria às chicanes pau a pau com a Mclaren de Hamilton.
A pressão aerodinâmica em reta dos carros teria de ser semelhantes os motores já se equivalem. A equipe que se virasse para acertar o carro na parte sinuosa do Estádio.
Como este não é o velho Hockenheim e sim um circuito plastificado e bobo, então houve a vantagem de Lewis e seu mercedão prateado.


Largada limpa e boba: como o circuito

Na largada, surpreendentemente limpa desta corrida Lewis fez o correto. Largou e deixou os outros para trás com é corrente nesta F1.
Massa que chegou até a dar certo trabalho tangenciou mal uma curva e ficou na alça de mira de Kovalainen que é – repare que eu afirmei! – incompetente até a medula óssea e não conseguiu sequer fazer cócegas no piloto da Ferrari. Kova está a cada dia mais perto de trocar a Mclaren pelo carrinho de sorvete na porta dos autódromos.


Este vai ser do Kova.

Este vai ser do Raikkonen

Trulli e Alonso acabaram se tocando e favorecendo o polonês Kubica que ganhou a posição dos dois e mais a de Kimi – bunda mole – Raikkonen, terminando assim a primeira volta na quarta posição.
Alonso teve um dia de Kimi, estava irreconhecível andando atrás até do pelotão intermediário. É... Lá mesmo onde costumam correr tipos como o Barrichello quando as pistas estão secas; Massa quando as pistas estão molhadas e Sebastién Bourdais quando senta num carro de Formula 1.
E tudo ia permanecendo inalterada até os primeiros pit stops. O único a tentar uma estratégia diferenciada foi exatamente Nelson Ângelo que já via a viola em cacos com um carro ruim e andando no fundo do grid. Perdido por perdido fez a parada longa para tentar fazer apenas uma parada.
Eis que as coisas começam a mudar.
Desta vez não foi chuva – graças a Deus – nem foi qualquer barbeiragem de boxe, mas sim um fator que esta ligado a corrida de automóveis tanto quanto pneus e gasolina: Uma quebra mecânica de carro. Aleluia elas ainda existem!


A estrela da corrida

A Toyota de Timo Glock quebrou a suspensão ao passar por sobre uma zebra, rodou e bateu de traseira no muro, destruindo o carro e voltando para a pista. Sujando tudo e forçando a entrada do safety car. Eliminando assim as diferenças e juntando todo mundo novamente.


Repare que o safety car é prata e da Mercedes... Até nisto deu McLaren

Na volta seguinte os boxes são abertos e muitas equipes adiantam a segunda parada, incluindo ai a Ferrari. Apenas Lewis fica na pista, numa estratégia suicida.
Porém, apesar de corajosa, a atitude da Ferrari fez com que trocassem os pneus e colocassem mais gasolina no carro de Massa, mas tirasse dele a competitividade fazendo com que para o resto da corrida a Ferrari numero dois ficasse quase um segundo mais lento que o mercedão de Lewis. E quem se deu imediatamente bem? Apenas Nelson Ângelo que ficou em segundo lugar, atrás do insosso Nick Heidfeld e imediatamente de Felipe que já demonstrava o péssimo desempenho que ostentaria até o fim.
Lewis faz sua troca de pneus muito mais a frente, volta em quarto lugar e começa sua escalada. Aproveita a parada de Heidfeld e assume a terceira posição. Ultrapassa sem fazer força nenhuma Felipe Massa numa manobra bonita e esperta deixando o carro espalhar e dando pouca chance a Massa de tentar voltar. E mesmo que desse alguma chance o carro de Massa não daria condição de luta. Estava uma draga.
Então Lewis parte para cima de Piquet que pela primeira vez em sua carreira na F1 lidera uma corrida, foram poucas voltas, mas já deram a ele o gostinho. Tomara que tenha aproveitado afinal nesta temporada vai ser muito difícil que isto se repita. Hamilton faz como o imperador César, chegou, viu e venceu. Passou Piquet, assumiu a ponta abriu e venceu a corrida.
Atrás dele um Nelson Ângelo para lá de feliz; um Felipe Massa conformado; Um Nick Haidfeld insosso; Kova incompetente; Raikkonen bunda mole; Kubica dentro de suas possibilidades e o recém promovido Vettel numa corrida muito boa. Daí para trás a única surpresa foi Alonso chegando em décimo primeiro.
Rubinho fez o que sempre faz em pista seca... Nada e acabou fora da pista por outra coisa muito normal: Uma batida com David Coulthard que este ano já soma 12 acidentes que se envolveu ou provocou em dez corridas.


Lider do campeonato, vice lider do campeonato e mais o cara mais feliz do domingo.

Antes de terminar apenas uma conjectura para ser mais bem analisada nas ava(ca)liações:
A péssima corrida de Kimi é reflexo – lá na Alemanha - da lei seca no transito brasileira?


Olha o que te espera Kimi!
enviada por Ron Groo






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